História e Geografia de Portugal

Ramiro Romão – Ag. Prof. João de Meira – Guimarães

6.3 A Lisboa pombalina

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Quem foi o Marquês de Pombal?

“Marquês de Pombal” de Louis-Michel van Loo (1707-1771), Museu da Cidade, Lisboa (in: http://hgp-recursos.blogspot.com/2008/03/marqus-de-pombal.html)

O nome do Marquês de Pombal era Sebastião José de Carvalho e Melo, mas todos o conheciam por este título, que lhe foi dado pelo rei D. José.

Sebastião José de Carvalho e Melo nasceu em Lisboa, em 1699. Apesar de pertencer a uma família nobre, os seus pais não tinham muito dinheiro. Mesmo assim, estudou na Universidade de Coimbra.

Entre 1738 e 1749, representou Portugal em Londres (Inglaterra) e em Viena (Áustria) em missões diplomáticas.

Quando D. José subiu ao trono, depois da morte de D. João V, Sebastião José de Carvalho e Melo foi chamado de volta à corte de Lisboa para ser ministro deste rei.

Foi o rei D. José que lhe deu os dois títulos que teve. Primeiro, ganhou o título de Conde de Oeiras, em 1759, e, depois, o de Marquês de Pombal, em 1769.

Durante o seu trabalho como ministro, o Marquês de Pombal fez muitas reformas, que agradaram a alguns, mas na altura desagradaram a muitos.

(in: http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Portugal&ID=791)

A acção do Marquês de Pombal

O Marquês de Pombal governou, como primeiro-ministro de D. José I, de acordo com a lógica do “despotismo iluminado”.

“Com o reinado de D.José I, a Monarquia Portuguesa adquiriu uma nova fisionomia. O país não podia ficar imune às correntes mentais provenientes de além-Pirinéus e que, através das gazetas, dos diplomatas, dos viajantes e dos mercadores conquistavam novos adeptos em Portugal. Nos meados do séc.XVIII, a euforia do saber invadia todos os domínios da cultura. (…) No nosso país, a ideologia das Luzes entrou precisamente pela via transitória do chamado «despotismo iluminado». Esta prática política não diminuía o poder político do monarca, defendendo que este era conduzido pela sua razão e ajudado por órgãos de governo cuja função seria zelar pelo bem dos vassalos. Procurava-se, assim, reformar a sociedade por meio de leis justas e adequadas, mitigando teoricamente os poderes régios, o que, no entanto, se traduzia numa efectiva ausência de limites para a autoridade suprema”

(in: http://www.citi.pt/cultura/temas/despotismo.html)

Linhas orientadoras das políticas do Marquês de Pombal

Na sociedade:

O combate aos privilégios da nobreza ficou marcado pelo processo contra os Távoras (família nobre acusada de conspirar contra o rei) e pelo apoio à ascensão social da burguesia, que se encontrava na base das actividades económicas mais importantes na época, especialmente o comércio e a indústria.

Na cultura:

A Igreja foi afastada da organização do ensino nas escolas e universidades, tendo os Jesuítas sido mesmo expulsos de Portugal. Foram criados os “mestres de ler e de escrever”, responsáveis pela alfabetização do povo, e escolas próprias para os membros da nobreza e do clero, o Colégio dos Nobres e a Aula do Comércio.

O ensino na Universidade de Coimbra foi reformado,

Na economia:

Procurou desenvolver

Written by ramiroromao

18/01/2010 at 19:04

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